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Ao contrário do paraquedismo, queda livre, sky dive, sky surf e outros esportes em que o praticante "salta" e encontra a adrenalina na queda, no vôo livre o objetivo é subir. Você "decola" de uma montanha com uma Asa Delta ou Parapente (Paraglider em inglês) e voa planando a  procura de áreas com ventos ascendentes e correntes de ar quente (nós as chamamos de Térmicas). Uma vez que encontre uma Térmica, você faz uso das técnicas aprendidas e praticadas para permanecer dentro dela e subir a máxima altitude possível. Nem sempre é fácil, pois as térmicas são invisíveis e normalmente é necessária a análise da área de vôo, bem como a ajuda de equipamentos para encontrá-las; também é preciso conhecimento e prática para se manter dentro delas. A emoção do esporte está em usar as forças da natureza (ventos, térmicas e nuvens) para proporcionar o vôo desejado, seja de distância, de altura ou mesmo um vôo liso para relaxar no fim de tarde. 

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Asa Delta ou Parapente ?

Aí está uma ótima pergunta para quem ainda não voa. E se você perguntar qual o mais seguro, os voadores de asa dirão que é a asa delta e os de parapente dirão que é o parapente. Entretanto nas duas modalidades o risco está mais diretamente ligado ao piloto. A grande diferença entre os dois é a velocidade e estilo de vôo.
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Na Asa Delta o piloto fica deitado no cinto durante o vôo, ela voa com uma velocidade maior que a do parapente (hoje existem asas que voam a mais de 100 km/h) e tem também uma razão de planeio maior que a de um parapente. Razão de planeio é a quantidade de metros que uma asa voa para frente em relação a quantidade de metros que ela afunda para baixo. Ou seja, em uma asa com planeio de 18 por 1, para cada 18 metros que ela voa para frente, afunda 1 metro. A asa delta também é rígida e não sofre deformações com as turbulências e variações no ar. Entretanto na hora do pouso, a asa delta chega perto do solo com maior velocidade do que o parapente e é preciso um bom domínio das técnicas de aterrissagem para estolar a asa na hora certa. Atualmente existem pequenos paraquedas para diminuírem a velocidade das asas e assim facilitar o pouso, mas a habilidade do piloto é o que ainda conta.
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No Parapente (Paraglider em inglês), o piloto voa sentado em uma espécie de cadeira acolchoada chamada Selete.  A decolagem é mais tranqüila e o piloto pode abortá-la caso perceba algum problema na vela. O vôo é mais lento, voa-se de 25 a 60 km/h dependendo do modelo do equipamento e a Razão de planeio é menor que uma asa delta, nos modelos atuais o melhor planeio é de 10 por 1, o que significa que para cada 10 metros que você voa você desce 1 metro. Por não ser uma vela rígida o parapente sofre deformações e colapsos em vôo que deverão ser compreendidas e corrigidas pelo piloto. Como o seu vôo é mais lento isto faz com que o parapente tenha maior facilidade de permanecer dentro de térmicas menores e também de realizar pousos em áreas menores com maior precisão que a asa delta.

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Tanto no Parapente quanto na Asa Delta, os equipamentos têm evoluído muito e a segurança aumenta a cada dia. Os pilotos das duas modalidades voam protegidos com capacetes e levando Paraquedas de Emergência em seus cintos ou seletes. Já existem também no parapente modelos de seletes com Air Bag para quedas a baixa altura. 
A tendência atual dos fabricantes de equipamento é de investir na segurança para fortalecerem sua marca, o que tem transformado o vôo livre num esporte cada vez mais seguro.

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Mas ... É perigoso ?

Como todo esporte radical, o vôo livre é perigoso. Você voa longe do chão, desafia as forças da natureza e coloca sua vida em risco. Entretanto o esporte não é uma viagem de insegurança e incerteza. Durante o curso você irá aprender tudo o que precisa para evitar situações perigosas e para reconhecer quando as condições meteorológicas não estão favoráveis ao vôo, cabe a você respeitá-las. Como na maioria dos esportes a segurança está no praticante. O piloto de vôo livre deve acima de tudo ser uma pessoa que respeita o esporte, respeita a natureza e seus elementos. Também deve reconhecer seus limites, deve ter medo (o medo é um bom aliado, vai ajudá-lo a não se meter em problemas) e deve aprender a ouvir e respeitar o conselhos de outros voadores mais experientes. Mais de 90% dos acidentes no vôo livre são causados pelo piloto. Negligência, desafio as condições climáticas, desprezo às regras de segurança e até mesmo o orgulho (querer se mostrar, ou se achar melhor do que realmente é). No vôo livre você não pode se dar ao luxo de tomar a decisão errada. Existe um famoso ditado entre os pilotos : 
"Melhor estar no chão e desejando voar do que 
voar desejando estar no chão."

Ou seja é melhor você não se arriscar numa situação incerta e perder um bom vôo, do que decolar e depois se encontrar em apuros e arrependido de estar voando.
Se você for um piloto consciente, responsável e que respeita as condições de vôo, provavelmente irá voar por muitos anos sem nenhum
arranhão. Muito depende da sua atitude e comportamento!

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Existem também outras boas informações no link
Guia do Aluno  de  Parapente,  
visite-o também e confira.

E caso resolva começar a voar, entre em contato conosco.
Tel: 0xx31 9992-0637

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